Intrusos Inesperados

Leosin Erlanthar preso no acampamento do Culto do Dragão.

Após uma dura batalha contra um grande bando de mercenários, o time decide se disfarçar de acólitos de Tiamat para se infiltrar no acampamento inimigo. Æron e Shazi decidem se voluntariar, para a invasão.

Obviamente, foram obrigados a deixar a maior parte de seus equipamentos para trás, ficando assim, completamente vulneráveis.

Fægriel estende a mão a Æron, oferecendo sua adaga.

Hürik surge cambaleando por entre as pedras, retornando de batalhas anteriores, com seus ferimentos curados e astral elevado. Æron conta a Hürik o plano pensado pelo grupo e pede para Hürik contar sobre os costumes e história dos acólitos de Tiamat, para poder incorporar seu disfarce. No entanto, Hürik confunde a história dos acólitos com as histórias que seu pai contava sobre os bardos alcoólatras, e Shazi reforça as ideias de Hürik, pois havia matado todas as aulas sobre teologia para beber hidromel com os amigos em sua tribo.

Enquanto o grupo debate as estratégias de invasão, Æron questiona sobre o motivo de receber a adaga de Fægriel, que faz uma afirmação cheia de suspense:

— Assim saberei se vocês estiverem em perigo.

Shazi e Æron entram disfarçados no acampamento, que está abarrotado de inimigos. Enquanto isso, Fægriel, Hürik e Badhor circundam as barrancas escorregadias em busca de pontos fracos da fortaleza de pedra.

A situação dentro do acampamento ficava cada vez mais tensa, devido as constantes suspeitas que pairavam sobre a dupla, o trio que estava à espreita do lado de fora, tentava articular planos de fuga ou invasão, caso a situação lá dentro saísse do controle.

Após serem confrontados fortemente por um meio-dragão que liderava o acampamento (com direito a tapa na cara), a dupla se manteve firme e conseguiu ganhar alguma credibilidade com a entrega da carta de Leosin Erlanthar e contar sobre o sonho de Æron.

Ao mesmo tempo, a turma do lado de fora avista uma entrada na pedreira que aparentava ser uma caverna, na qual ocorria um movimento intenso de inimigos. Logo uma dúvida inquieta a todos: “Seria ali um ninho de dragões?”

Após mais uma vez terem que dolorosamente provar sua lealdade ao culto, durante um ritual. Um sacerdote revela que a Æron que o ovo de dragão, simboliza o retorno iminente de Tiamat, o que só aumenta a angústia.

A dupla decide então mapear o acampamento e ver o que mais podem descobrir. Ao se aproximarem do ponto onde seus amigos espreitavam conseguem ser contactados e entender suas posições, o que favorece a elaboração de um plano, ainda que sem comunicação, melhor.

Tão logo quando notados Æron e Shazi são ordenados pela guarde de elite a se afastarem da caverna, pela autoridade de Rezmir.

Notam ao caminhar, um ponto do acampamento onde aparentemente há um prisioneiro. Em choque, percebem se tratar de Leosin Erlanthar e não hesitam em combinar um plano de resgate, que é ouvido por Fægriel através de sua adaga.

Duas distrações simultâneas são realizadas em locais diferentes do acampamento. Uma tempestade conjurada por Hürik em uma das torres de guarda e um encantamento lançado por Æron em outro local para causar alvoroço. A confusão funciona e as forças inimigas se afastam, possibilitando o resgate, que é frustrado pelas intenções nada obvias de Leosin Erlanthar, que alega estar preso por vontade própria.

Isso somado a completa impossibilidade de invasão da caverna, faz com que todos consigam escapar ilesos, levando consigo nada além de informações reveladoras.

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